Rode Nodes Chainstack em um Servidor Dedicado

Hospede seu próprio full node ou archive node em bare metal que você não divide com ninguém. Traga seu node para a Chainstack (BYOC), tenha root e IPMI desde o primeiro dia e deixe para trás os limites de requisição de um endpoint gerenciado.

O que você pode fazer com a Chainstack em um servidor dedicado

A Chainstack é uma infraestrutura blockchain gerenciada para mais de 70 redes. Ao utilizar um servidor dedicado, você mesmo cuida do nó, enquanto as ferramentas da Chainstack se encarregam de gerenciá-lo.

Full node ou archive node sem limites de requisição

Um node que você mesmo roda não tem limite de RPS nem orçamento mensal de request units. Rode um full node, ou um archive node que mantém todo o histórico de estado; o único teto é o hardware.

Bring Your Own Cloud (BYOC)

O BYOC da Chainstack implanta o software do node e a camada de gerenciamento na infraestrutura que é sua. A orquestração e o monitoramento vêm da Chainstack; o hardware, da is*hosting.

Backend de produção para dApp ou RPC

Um node próprio dá conta de milhões de chamadas RPC por dia a custo fixo. Coloque-o atrás do seu próprio balanceador de carga e adicione servidores para escalar a leitura — a latência continua previsível porque nada está limitando você.

Indexação em escala — cada transação, sem amostragem

Um node seu permite que um indexador leia cada transação pendente. Indexadores de mempool, backends de subgraph e pipelines de análise rodam aqui em plena capacidade — algo que um endpoint com limite de requisições não sustenta.

Validator ou node de staking

Um servidor dedicado dá ao validator núcleos que não serão realocados no meio de uma epoch e um IP que não muda. Para redes em que a velocidade de assinatura afeta as recompensas, escolha uma CPU de alta frequência.

Vários nodes de redes diferentes em uma máquina

Um servidor EPYC com muita RAM roda nodes de várias redes lado a lado. Combine servidores em uma mesma localização sob um único plano de tráfego com o recurso de bandwidth pool e gerencie tudo como uma única frota.
Como escolher um servidor dedicado para a Chainstack
Entre os requisitos de um servidor para a Chainstack, o disco importa mais que a CPU. Um full node e um archive node diferem principalmente na quantidade de disco de que precisam, então escolha a configuração primeiro pelo disco.

Como implantar um node Chainstack em um servidor dedicado

Um full node do Ethereum leva de horas a dias para sincronizar e um archive node ocupa vários terabytes. Estes passos levam você de um servidor vazio até um node sincronizando com um endpoint RPC funcionando. Hardening, monitoramento e configuração de reverse-proxy ficam listados como próximos passos no fim.

Passo 01 — Solicite o servidor e obtenha acesso

Escolha uma configuração do bloco acima (um full node de uma única rede cabe no nível de NVMe menor). Após o provisionamento, você recebe o IP, a senha de root e os dados de IPMI por e-mail. Conecte-se via SSH:

ssh root@YOUR_SERVER_IP

O IPMI permite reinstalar o sistema ou acessar o console caso o SO não inicialize, sem abrir um chamado no suporte.

Passo 02 — Prepare o NVMe para os dados da rede

Confirme que os discos estão presentes e monte aquele que vai armazenar o estado da rede:

lsblkmkfs.ext4 /dev/nvme1n1mkdir -p /data/ethereummount /dev/nvme1n1 /data/ethereumecho '/dev/nvme1n1 /data/ethereum ext4 defaults 0 0' >> /etc/fstab

Mantenha os dados da rede no NVMe dedicado, não no disco do sistema.

Passo 03 — Instale o cliente de execução

Instale o Geth a partir do PPA oficial:

add-apt-repository -y ppa:ethereum/ethereumapt update && apt install -y ethereumgeth version

Passo 04 — Instale um cliente de consenso

Depois do The Merge, o Ethereum precisa de um cliente de consenso junto com o Geth. Instale o Lighthouse e gere o JWT secret compartilhado que os dois clientes usam para se autenticar:

openssl rand -hex 32 | tr -d '\n' > /data/ethereum/jwt.hex

Aponte o Lighthouse para a engine API do Geth na porta 8551.

Passo 05 — Inicie o Geth e exponha o endpoint RPC

Rode o Geth apontando para o caminho no NVMe e habilite a HTTP-RPC API:

geth --datadir /data/ethereum \  --authrpc.jwtsecret /data/ethereum/jwt.hex \  --http --http.api eth,net,web3 \  --http.addr 0.0.0.0 --http.port 8545

Vincular a 0.0.0.0 expõe o endpoint em todas as interfaces — tudo bem enquanto você testa, mas restrinja o acesso antes de ir para produção.

Passo 06 — Rode como serviço e confirme a sincronização

Coloque o Geth em uma unit do systemd para que ele sobreviva a reinicializações e reinicie em caso de falha, e acompanhe o início da sincronização:

systemctl enable --now gethgeth attach --exec 'eth.syncing'

Durante a sincronização, os números dos blocos vão subindo:

{  currentBlock: 2148740,  highestBlock: 21463991,  ...}

Quando eth.syncing retorna false, o node está totalmente sincronizado e o endpoint RPC está ativo.

Passo 07 — Verifique se o endpoint responde

A partir do seu servidor de aplicação, confirme que o node responde a uma chamada JSON-RPC:

curl -s -X POST http://YOUR_SERVER_IP:8545 \  -H "Content-Type: application/json" \  -d '{"jsonrpc":"2.0","method":"eth_blockNumber","params":[],"id":1}'

Um número de bloco em hexadecimal na resposta significa que seu node próprio está atendendo requisições.

Próximos passos (faça antes de ir para produção): restrinja a porta RPC com UFW e um reverse-proxy, adicione TLS, configure o monitoramento da contagem de peers e do uso de disco e — se estiver usando o Chainstack BYOC — conecte o node ao seu projeto Chainstack para que ele apareça no console.

Problemas comuns

A sincronização parece travada em um bloco baixo por horas. Normalmente isso é esperado na fase de download do estado, não uma falha. Verifique a contagem de peers com admin.peers.length no geth attach — se for zero, seu firewall está bloqueando a porta P2P (30303). Abra-a e os peers vão aparecer.

O disco enche mais rápido do que o esperado. Você implantou um archive node sem querer. A sincronização full (“snap”) mantém o estado recente; o archive mantém tudo e precisa de vários TB. Confirme em qual modo o node iniciou e dimensione o NVMe conforme o modo, não o contrário.

O endpoint RPC recusa conexões da sua aplicação. Por padrão, o Geth escuta apenas em localhost. Ou ele não foi iniciado com --http.addr 0.0.0.0, ou uma regra de firewall está bloqueando a porta 8545. Verifique os dois antes de concluir que o node está com problema.

Pronto para rodar seu próprio node?

Configure um servidor dedicado, receba root e IPMI na entrega e comece a sincronizar. Configurações para full node e archive node em cinco localizações.

Configurar um servidor dedicado

A infraestrutura da is*hosting é uma base sólida para a Chainstack

Bare metal, não uma fatia dele

Você recebe um AMD EPYC de muitos núcleos e centenas de gigabytes de RAM por inteiro, sem hypervisor entre você e o disco. A sincronização do node depende de I/O, e em um servidor dedicado nada mais disputa o disco. Root e IPMI disponíveis desde a primeira inicialização.

NVMe feito para o estado da rede

Um archive node gera leituras aleatórias constantes no disco, e esse tipo de carga desgasta rápido os SSDs de consumo. Colocamos NVMe enterprise em configurações com vários discos e configuramos o soft-RAID no momento da implantação — exatamente para esse cenário.

Proteção contra DDoS e migração gratuita

Nos Países Baixos, oferecemos proteção gratuita contra DDoS com 95% de eficácia e, na mudança de outro provedor, migramos seu projeto sem custo. Tudo isso roda em hardware próprio, em data centers Tier-3+ em cinco localizações, com monitoramento 24/7.

Perguntas frequentes sobre hospedagem de Chainstack em servidor dedicado

O que é hospedagem de Chainstack em servidor dedicado?

É rodar você mesmo um node blockchain em hardware dedicado, em vez de consumir os endpoints gerenciados da Chainstack. O software do node e as ferramentas de gerenciamento da Chainstack (via BYOC) rodam em um servidor bare metal da is*hosting sob o seu controle.

Eu preciso de um servidor dedicado ou um VPS é suficiente?

Depende de você rodar o node ou apenas se comunicar com um. Se você consome um endpoint gerenciado da Chainstack — um monitor, um bot, um script de desenvolvimento — um VPS é suficiente e mais barato (a partir de US$ 10,19/mês, em mais de 40 localizações). Se você mesmo hospeda um full node ou archive node, precisa de NVMe e RAM dedicados que um VPS não oferece.

Quais redes posso rodar em um servidor dedicado?

Qualquer rede que a Chainstack suporta (mais de 70), limitado apenas pelo hardware. Ethereum e outras redes EVM rodam nas configurações EPYC padrão; parte dos nossos servidores é marcada para Solana, que é mais pesada em I/O e RAM. Archive nodes e redes de alto volume pedem a configuração com vários NVMe e o máximo de RAM.

Preciso de GPU para um node Chainstack?

Não. Um node blockchain é CPU, RAM, disco e rede; a GPU não faz nada pela sincronização nem pelo RPC e só aumenta a conta. Escolha uma configuração sem ela. Os servidores dedicados com GPU são para cargas de AI, ML e renderização.

Quanto tempo leva para um full node sincronizar?

De horas a alguns dias para um full node do Ethereum com snap sync, dependendo da rede e do cliente. Um archive node leva mais tempo e precisa de vários terabytes. O tempo de sincronização é uma característica da rede e do cliente, não da hospedagem — o NVMe e a banda aqui eliminam os gargalos de disco e rede, mas a rede ainda precisa ser baixada.

Como isso se compara aos Chainstack RPC node providers?

A Chainstack é um dos vários Chainstack RPC node providers que oferecem endpoints gerenciados — você envia requisições à infraestrutura deles e paga por request unit. Rodar o node você mesmo inverte a lógica: o Chainstack RPC endpoint é seu, não há limites de requisição e os dados ficam no seu hardware. O gerenciado é mais simples para começar; o próprio compensa quando o volume de chamadas, a necessidade de dados de archive ou as regras de compliance ultrapassam um endpoint compartilhado.

Vocês oferecem servidores dedicados gerenciados?

Sim. Escolha unmanaged para controle total em nível de root sobre o node, ou managed se preferir que a equipe da is*hosting cuide das atualizações do SO, do monitoramento e dos backups enquanto você foca na aplicação. Os servidores dedicados gerenciados estão disponíveis na Finlândia, na Alemanha, nos Países Baixos, na Ucrânia e nos EUA.

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